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Pouca ação contra alagamentos nas ruas de Niterói

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n'OFluminense por Renato Onofre 23/01/2011 Em 2009, Prefeitura recusou empréstimo de R$ 9 milhões para acabar com enchentes nos arredores do Caio Martins. MP quer ver planos de drenagem em até seis meses A Prefeitura de Niterói já poderia ter tomado algumas medidas para evitar alagamentos no município. Em 2009, o Executivo rejeitou um empréstimo de R$ 9,7 milhões para acabar com as enchentes na região do Caio Martins, um dos pontos mais críticos da cidade. A falta de planejamento e investimento levou o Ministério Público Estadual, na última terça-feira, a entrar com uma liminar obrigando o Município de Niterói e a Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa) a apresentarem, em um prazo máximo de 180 dias, um plano de macro e microdrenagem de águas pluviais para acabar com as enchentes. “Se este governo tivesse aceitado a verba, que foi aprovada por unanimidade pelos vereadores da legislatura passada, com certeza não haveria mais alagamentos periódicos no Largo do ...

Rogério Rocco: Vende-se Niterói

n'ODia   22.01.11 Rogério Rocco é Analista Ambiental e ex-secretário de Meio Ambiente de Niterói Rio - Ao tentar analisar as responsabilidades sobre tragédias como as que atingiram a Região Serrana do Rio, é necessário acompanhar as políticas implementadas pelas prefeituras municipais e suas consequências futuras. No Município de Niterói, a prefeitura , por sucessivas gestões, vem alimentando o setor imobiliário sem medir quaisquer esforços , sequer aqueles voltados para a proteção dos cidadãos. O município, que tinha legislação avançada sobre estudo de impacto de vizinhança, conseguiu silenciosamente abolir a aplicação do instrumento. Por mais paradoxal que pareça, a Prefeitura de Niterói lutou por anos junto com setores da construção civil para derrubar decisão judicial que proibiu a construção de casas na Lagoa de Itaipu. A prefeitura queria autorizar mais de 2,5 mil residências no espelho d’água da lagoa. Depois, brigou contra o decreto de ampliação do Parque Estadual da Serra...

É assim que o Parque da Cidade está aberto...

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Assim abre matéria d'O Fluminense de 03/01/2011..   "Depois de quase nove meses interditado, o Parque da Cidade foi reaberto ao público nesta segunda-feira.  Depois de quase nove meses interditado, o Parque da Cidade foi reaberto ao público nesta segunda-feira." (..)                                  E continua:   "O local encontrava-se fechado desde abril, quando as chuvas pro vocaram deslizamentos de terra em seus acessos e danificaram a estrutura interna do parque. No entanto, ainda há obras de contenção em andamento, na Estrada da Viração, onde a via está apenas em meia pista. Assim, os visitantes devem optar pelo acesso localizado no bairro do Maceió." (..)                                                 Hoje em visita realizada ao Parque, este é o estado em qu...

Material de obras chega à Itacoatiara

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De acordo com matéria publicada por este blog http://www.desabafosniteroienses.com.br/2010/11/despejo-irregular-de-residuo-no-mar.html o material de despejo chega à Itacoatiara!! Isso é parte do despejo irregular de resíduo de dragagem no mar. Proveniente dos trabalhos de dragagem do Porto do Rio de Janeiro pela obra de sua ampliação, que gera diariamente resíduos que são depositados nas proximidades das Ilhas Cagarras, a uma profundidade de 35 metros. Os pescadores de Itaipu dizem que são despejadas 600 mil toneladas de resíduos diariamente na região. Agora também em Itacoatiara!

Família de sitiantes tradicionais da Serra da Tiririca é nova vítima da família Cruz Nunes na R. Oceânica de Niterói

Na manhã deste dia 18 de janeiro, um atentado contra as comunidades tradicionais de Itaipu foi cometido, com autorização judicial da 8º Vara Cível de Niterói. O sitiante Davi Cortes dos Santos, que está na Serra da Tiririca com sua família há quase uma centena de anos, foi despejado de seu sítio com a observância de uma oficial de justiça e sob o olhar de um descendente da família Cruz Nunes, que reivindica a área judicialmente. O descendente da família Cruz Nunes afirma que o pai do senhor Davi pagava aluguel ao seu avô, ainda na década de 60, e que, portanto o despejo se dá por falta de pagamento destes valores na atualidade. Essa é uma alegação claramente MENTIROSA, o pai de Davi viveu ali durante mais de 70 anos, tendo adquirido a posse de outro sitiante que ali vivia anteriormente, não tendo jamais celebrado nenhum contrato de aluguel. Davi e seus irmãos herdaram o sítio do pai, Luiz Accendino dos Santos, um dos mais tradicionais comerciantes da época na região de Itaipu. A mãe, D...

Ônibus sem trocador... O que você acha disso?

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Essa novidade que a Viação Fortaleza assumiu de colocar ônibus sem trocador é péssima.  Mas péssima pra quem? Para o cidadão que demora a entrar no ônibus; Para o motorista que não ganha um centavo a mais e tem o trabalho, no mínimo!, dobrado além de mais uma responsabilidade; Para o trânsito que fica parado enquanto o motorista-cobrador dá troco a cada passageiro; Para o pedestre que vai passando que tem que aguentar as buzinadas dos carros atrás enfileirados impacientes com a demora... Mas alguém tem que ganhar com isso... Quem? A empresa certamente!, senão não tinha adotado o procedimento e reformado seus carros para tal: Menos um salário e respectivos benefícios, de menos um funcionário por carro!! E a Nittrans, o que tem a ver com isso? E você, o que acha disso? De sua opinião. Escreva para desabafosniteroienses@gmail.com PS Descobri que esta atitude não é privilégia da Fortaleza...a Viação Santo Antonio também a adota... É sorte não estar chovendo.. Fila de carros atrás....

MP quer plano contra inundações em Niterói

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O Ministério Público (MP) do Estado do Rio de Janeiro pediu à Justiça que emita liminar obrigando o Município de Niterói e a Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (EMUSA) a apresentarem, em um prazo máximo de 180 dias, um plano de macro e micro-drenagem de águas pluviais da cidade. O requerimento é para que todas as medidas cabíveis à prefeitura, necessárias para impedir que ocorram alagamentos nas vias de Niterói, sejam tomadas. Também devem ser tomadas medidas de curto e médio prazos para melhorar a drenagem das águas pluviais, evitando alagamentos ou, pelo menos, diminuindo as inundações nas vias. O prazo máximo para que o Poder Executivo municipal apresente o plano de ação a ser realizado, inclusive nas vias que constam de inquéritos civis do MP, é de 15 dias. As constantes inundações em vários pontos da cidade - o que, ao longo dos anos, provocou a instauração de diversos procedimentos pelo MP - levaram a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Cidadania de Ni...