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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

Niterói vai adotar um sistema de sirenes para evitar novos “Bumbas”

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n'ATribuna em 25/01/2011 Texto: Soraya Batista Foto: Wilson Dias/Ag. Brasil A prefeitura de Niterói pretende instalar um sistema de sirenes para auxiliar na prevenção de tragédias em casos de chuvas e deslizamentos e evitar novas tragédias, como a do Morro do Bumba, em abril do ano passado, e a da Região Serrana, que já contabiliza 814 mortos. A Defesa Civil do Município já está em contato, há algum tempo, com a empresa que fechou com a Prefeitura do Rio, para que o sistema seja implantado na cidade o mais rápido possível. O objetivo é evitar o elevado número de óbitos em morros durante as chuvas. Caso as negociações tenham um resultado positivo, a empresa responsável pelo projeto será a mesma que instalou o sistema de sirenes no Morro do Borel, Zona Norte do Rio, na última sexta-feira, e que irá instalar mais 60 sirenes, que deverão atender 117 comunidades no total. Através de um mapa de risco desenvolvido através de estudos geográficos, a prefeitura do Rio determinou quais os pon

Chuvas no Rio de Janeiro. O que podemos aprender com isso? Entrevista especial com João Whitaker

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Instituto Humanitas UNISINOS-RS 29/1/2011 Mais de 800 pessoas mortas e outras tantas desaparecidas. Este é o saldo de mais uma  tragédia em decorrência das chuvas extremas de verão . Um evento que vem se tornando uma rotina nos últimos anos, dado os casos de  Blumenau, Niterói, Angra dos Reis  e  Campos dos Jordão . Todas estas cidades poderiam ter nos deixado  uma lição , mas não foi isso que aconteceu. “Esta tragédia foi anunciada, pois acontece esse tipo de evento todos os anos em diversos lugares com as mesmas características. O que não é anunciado é onde elas vão ocorrer”, explica o urbanista  João Whitaker  na entrevista que concedeu à  IHU On-Line  por telefone. “É possível realizar ações de revegetação, de contenção, obras de drenagem, que permitam a ocupação em áreas de encostas. O problema no Brasil  é que a urbanização desses locais ocorre sem uma política eficaz de controle da ocupação do território. No Brasil a política de expansão urbana se dá marcada por liberalidades”,

LITORAL DE MARICÁ RECEBERÁ POLUIÇÃO DO COMPERJ

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por Cássio Garcez A Petrobras, empresa responsável pelo Complexo Petroquímico de Itaboraí (Comperj), escolheu o limpo e biodiverso litoral de Itaipuaçu, em Maricá, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, como ponto preferencial de descarte dos efluentes industriais deste megaempreendimento, através de um emissário terrestre e submarino.   Segundo um dos mapas do EIA/RIMA do duto (constante da pág. 278 do Diagnóstico Ambiental), o ponto de dispersão de seus efluentes foi estranhamente projetado para desembocar entre a Praia de Itaipuaçu e as Ilhas Maricás (a  2 km  da primeira e a  4 km  da segunda), o que atingiria em cheio tanto este importante criatório de peixes e de outros organismos marinhos, quanto a própria colônia de pescadores artesanais localizada praticamente no mesmo local onde o duto mergulhará no mar (Figura 1). Isso sem falar na própria praia, a mais democrática área de lazer de maricaenses, niteroienses e cariocas, e também da emergente atividade econômica do turismo na

Alerta que vem da lama

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Biogeógrafo americano Jared Diamond afirma que estamos sob risco de suicídio ecológico, mas há saída 22 de janeiro de 2011  Ivan Marsiglia e Carolina Rossetti - O Estado de S.Paulo Dilúvio.   Capela de Santo Antônio, em Nova Friburgo, dia 21: 'Precisamos estar preparados para um número cada vez maior de tragédias relacionadas a mudanças climáticas' Rubbish! É a resposta - em bom inglês - do biogeógrafo americano Jared Diamond para a pergunta sacada com frequência pelos "céticos do clima" no afã de congelar o debate ambiental: o aumento da temperatura do planeta, ao qual se atribui a intensificação dos ciclos de calor e frio testemunhada hoje por toda a parte, pode ser o resultado de um ciclo natural da Terra? Rubbish - lixo, besteira. "A ideia de que as mudanças climáticas que estamos presenciando hoje são naturais é tão ridícula quanto a que nega a evolução das espécies", fustiga o autor de Colapso (Record, 2005), um tratado multidisciplinar de 685 páginas

Cores da tragédia na serra: solidariedade para cobrir o cinza da tristeza

Artigo do psicanalista Carlos Eduardo Leal, voluntário da Cruz Vermelha A solidariedade pode ser mais um dos muitos nomes que podemos utilizar para a ação voluntária. Mas creio que diante de tanta tragédia, qualquer nome torna-se precário, pois é impossível medir e quantificar a dor. Esta, nestes momentos, torna-se inominável. Tenho uma casa em Teresópolis e, como muitos, no último fim de semana fui levar donativos para as vítimas. Mas, eis que chegando lá, tornou-se impossível ficar indiferente e, ato contínuo, alistei-me na Cruz Vermelha. Como psicanalista, fui designado para a delegacia/IML, que ficou responsável pelo acolhimento das pessoas em busca de parentes mortos ou desaparecidos. Em minutos, tive que esquecer tudo que sabia e reaprender a cada novo caso. Reaprender a dimensão da vida e, principalmente, da morte. Ali, naquela dimensão desumana, muito além de tudo que até então, ao longo dos meus quase trinta anos de consultório, havia vivido. Tive que improvisar algumas coisas

PCult em Niterói.

Segunda, dia 24, 19h, no Campus Avançado, os artistas, produtores e agentes culturais da cidade de Niterói estarão reunidos para organizar o núcleo Niterói do PCult. Vamos subverter à lógica que orienta os coletivos de cultura sempre em busca do Executivo (Prefeito, Secretário de Cultra...) para propor projetos. Às vezes até dá certo. Mas depois muda o governante e muda tudo. Por isso, o PCult atua diretamente com os legisladores. A grosso modo, a intenção é justamente formar frentes parlamentares para tornar lei as políticas públicas para livrá-las dos humores dos executivos de plantão. O PCult é suprapartidário. É o Partido da Cultura, não das siglas. Por favor, se você é um operário da Cultura NÃO FALTE! O Campus Avançado fica em frente ao Clube Gragoatá, a uns cento e cinquenta metros da Pracinha de São Domingos, na Rua Cel Tamarindo, 61. Qualquer dúvida ligue para o Campus 2721-4374 ou 2721-4373. Espero vocês Davy

Projeto de desapropriação tem mais irregularidades do que se possa supor

Pessoal,   (ver matéria ' Prefeitura de Niterói vai criar bairro modelo no Sapê' publicada n'O Fluminense em 21/01/2011 copiada abaixo) É muito preocupante!!!  Esse projeto de desapropriação tem mais irregularidades do que se possa supor!! Que governo é esse que se propõe a desapropriar - que significa na prática, comprar com dinheiro público !! - uma área a qual diz ter pouquíssimas informações conforme pode-se perceber abaixo: Limites - em mais de uma oportunidade membros da administração municipal disseram que estavam levantando os limites que até hoje não foram fornecidos.. Ou seja, estão pagando por uma área que não se sabe exatamente qual é!!... seria engraçado, não fosse trágico!; Topografia – a área que o governo de JR Silveira quer desapropriar para o “Bairro modelo” é um mar de morros, e consta no Plano Diretor do Município como área imprópria para ocupação urbana ; Atributos ambientais – trata-se de floresta de Mata Atlântica em estágio secundário de regeneraçã